Mostrando postagens com marcador notícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador notícias. Mostrar todas as postagens

José Police Neto foi trabalhar de bicicleta no Dia Mundial Sem Carro


O Dia Mundial sem Carro já conquistou adeptos em 2047 cidades do mundo. Em São Paulo, porém, a dificuldade parece ser mobilizar as autoridades. No início da semana a Rede Nossa São Paulo contatou por e-mail os 55 vereadores da capital paulista, perguntando sobre a alternativa escolhida por eles para este dia, apenas sete deles responderam.

O vereador José Police Neto (PSD) optou pela bicicleta


stes poucos representantes do poder legislativo resolveram visualizar a realidade do transporte na cidade por um ângulo diferente, pelo menos um dia ao ano. Entre as respostas, existem os que optaram pelo uso do transporte coletivo, como Cláudio Prado (PDT), Floriano Pesaro (PSDB), Cláudio Neder e Juliana Cardoso, ambos do PT. O vereador José Police Neto (PSD) optou pela bicicleta e a representante do DEM, Sandra Tadeu, pelo táxi.

Além de cobrar a iniciativa dos vereadores, a Rede Nossa São Paulo também pesquisou a opinião dos paulistanos em relação ao trânsito da cidade mais populosa do país. Conforme a análise, feita em parceria com o Ibope, 50% das pessoas consideram o trânsito péssimo e 60% dos entrevistados disseram estar dispostos a trocar o carro pelo transporte público.

As dificuldades para esta mudança foram compartilhadas pela vereadora Juliana Cardoso (PT), em seu depoimento sobre o Dia Mundial sem Carro. Ela havia optado pelo uso do ônibus e metrô, mas antes mesmo de o dia chegar já explicitou as dificuldades no uso desses meios. “Certamente, não conseguirei cumprir alguns horários devido ao péssimo transporte público que temos na nossa cidade. Os ônibus são cheios e demoram a passar. Depois, sofremos com o metrô. A linha vermelha é tão superlotada, que você não consegue se mexer. Além disso, temos poucos corredores de ônibus. Enfim, é triste, mas é a realidade do transporte na nossa cidade. Tenho lutado muito para que o Executivo invista no transporte de massa, público e não em pontes e viadutos, que no final favorecem o transporte individual. Farei a minha parte, participando dessa bela iniciativa e cobrando melhorias para a população.”

Para driblar estes percalços que ainda existem no caminho de quem depende do transporte público de São Paulo, algumas pessoas encontraram a saída no uso das bicicletas. Confirmada como o meio de transporte mais eficiente no horário de pico, no último Desafio Intermodal de São Paulo, esta foi a alternativa escolhida por José Police Neto (PSD). Em sua declaração, o vereador conta que tem usado a locomoção sobre duas rodas há um mês e o percurso que antes era feito em 35 minutos de carro, leva apenas 25 minutos de bike.

A cidade de São Paulo tem adquirido novas alternativas para a mobilidade urbana, mesmo que lentamente. Alguns exemplos são a expansão das pistas destinadas aos ciclistas, com Ciclovias, Ciclorrotas e as CicloFaixas de lazer, e também o aumento da malha ferroviária e dos corredores de ônibus. Ainda assim, a capital paulista tem um longo caminho a percorrer, até que os transportes coletivos superlotados se tornem coisa do passado e o trânsito caótico também. Para Oded Grajew, líder da Rede Nossa São Paulo existem duas notícias, uma boa e uma ruim. “A notícia ruim é que a situação é péssima. A boa é que sabemos como melhorar. Falta vontade pública para executar as ações”, finaliza ele, cobrando maior afinco das autoridades para o cumprimento das metas de mobilidade urbana.

Por Thaís Teisen

[Dia Mundial Sem Carro – Você vai?]

[Fonte]

Continue lendo --->

Salva de Prata para Vai-vai


O vereador José Police Neto (PSDB) foi ao evento que saudou a Vai-Vai e o PCdoB. “Aqui é o encontro de dois universos seculares, a Vai-Vai e o PCdoB, que tem 88 anos de história. O PCdoB busca socializar os meios de produção enquanto a Vai-vai socializa a alegria. Quero dizer aqui que a história dessa escola é maior que a nossa capacidade de homenageá-la”, discursou Police Neto.


Na noite desta segunda-feira, dia 6 de dezembro. Componentes da escola, moradores do bairro, admiradores do samba estiveram na sede do Grêmio Recreativo Cultural Social Escola de Samba Vai-Vai para homenagear os oitenta anos da escola, completados em 2010. O evento foi idealizado pelos vereadores do PCdoB, Jamil Murad e Netinho de Paula, que entregaram à Vai-Vai a Salva de Prata da Câmara Municipal de São Paulo.


A solenidade foi marcada pela reverência às personalidades da escola, como dona Saturnina, Osvaldinho da Cuíca e a veterana porta-bandeira China retratadas no documentário Vai-Vai: 80 anos nas ruas, de 2010, e que foi apresentado na sessão solene. “É preciso preservar a história de resistência desta agremiação que teve nomes como Livinho e Henricão, este foi o primeiro rei momo negro nos anos 80”, afirmou Jamil.

O presidente Darly Silva, o neguitão, exaltou a velha-guarda como o símbolo da trajetória de vitórias e resistência da Vai-Vai. “A velha-guarda começou há 80 anos o processo desse turbilhão chamado Vai-vai. A nossa escola é reconhecida pela garra e beleza. Pela bateria pulsante, comunidade empolgante e pela fidelidade dos componentes ao pavilhão”, definiu.





Foto e Fonte

Continue lendo --->

Vereador de São Paulo custa mais que deputado federal


Um vereador paulistano recebe mensalmente de R$ 5 mil a R$ 16,2 mil a mais que os deputados federais!


Após a Câmara de São Paulo aumentar em 11,1% em abril a verba mensal destinada ao pagamento de até 18 assessores, o gabinete do vereador paulistano se tornou mais caro do que o de qualquer deputado federal.

Um vereador paulistano recebe mensalmente de R$ 5 mil a R$ 16,2 mil a mais que os deputados federais, mesmo não tendo custos com passagens aéreas e acomodação. Desde 2007, o teto da verba de gabinete na Câmara de São Paulo subiu 18,4%, de R$ 12,5 mil para R$ 14,8 mil mensais.

São R$ 9,8 milhões anuais que a Câmara disponibiliza aos parlamentares para reembolsos de despesas com advogados, gráficas, assessorias de imprensa, aluguel de carros e de equipamentos e com a contratação de serviços para a elaboração de sites. Isso apesar de a Câmara - que tem 1.989 funcionários - já contar com equipe de procuradores jurídicos, assessores de imprensa, canal legislativo que custa R$ 17 milhões, agência de publicidade de R$ 18 milhões e site na internet de R$ 2,3 milhões.

Notas de despesas de combustível e da realização de seminários fora da sede da Câmara também podem ser indenizadas. A verba de gabinete ainda pode ser acumulada durante o ano. Alguns vereadores pedem poucos reembolsos durante todo o ano, mas, quando chega dezembro, gastam quantias superiores a R$ 50 mil com despesas de Correios, para enviar até 200 mil correspondências para os seus redutos eleitorais.


[Fonte]

Continue lendo --->

Após recesso de verão José Police Neto fala sobre as prioridades para 2010



Termina nesta terça-feira o recesso de verão para os vereadores em São Paulo. Em entrevista à Jovem Pan, o líder do governo, José Police Neto, falou sobre as prioridades para 2010.

[Fonte]

Continue lendo --->

Adiada votação do Plano Diretor de São Paulo

Projeto que define novas regras para crescimento da cidade sai da pauta a pedido da bancada do PT e 'centrão'.

"Não faltou debate até agora sobre o tema. Ouvimos todos setores da sociedade, colocamos nosso relatório para a apreciação das bancadas há trinta dias. Por isso muito me surpreende a posição do PT agora", argumentou o Police Neto.



Depois de três dias de discussão no plenário e após 45 audiências públicas realizadas nos últimos oito meses, o Plano Diretor, projeto do Executivo que define novas regras para o crescimento da cidade, foi retirado da pauta da Câmara Municipal nesta quinta-feira, 11, por volta das 17h30, a pedido da bancada do PT e de líderes do "centrão", bloco formado pelos partidos PMDB, PTB, PR e PP.

A proposta que define novos limites para a construção de empreendimentos e cria regras mais rígidas para a ocupação em áreas de mananciais e encostas, em discussão desde fevereiro no Legislativo, pode voltar ser apreciada em primeira discussão agora só em 2011, com possibilidade de entrar em vigor em 2012. Líderes consideram que o projeto, que poderá autorizar mudanças de zoneamento e enfrenta oposição de 151 entidades da sociedade civil, dificilmente volta ao plenário em 2010, ano no qual pelo menos 23 dos 55 vereadores devem disputar vagas a deputados federal e estadual.



O petista Chico Macena (PT) e parlamentares do "centrão", da própria base governista, casos de Domingos Dissei (DEM), Adilson Amadeu (PTB) e Aurélio Miguel (PR), foram os principais opositores, orientando colegas a boicotar a tentativa levada adiante nos últimos três dias pelo líder de governo, José Police Neto (PSDB).



Macena chegou a apresentar ontem um projeto substitutivo, o que revoltou o líder de governo, José Police Neto (PSDB). "Não faltou debate até agora sobre o tema. Ouvimos todos setores da sociedade, colocamos nosso relatório para a apreciação das bancadas há trinta dias. Por isso muito me surpreende a posição do PT agora", argumentou o líder. Macena disse que não concorda com a proposta atual, por limitar a participação popular nas discussões de zoneamento, por exemplo, e pediu o adiamento da votação.



O adiamento do plano, um projeto de interesse direto da população, tem como pano de fundo as eleições para a Mesa Diretora de 2011. Apesar da oposição petista, quem conseguiu minar a possibilidade de votação foram vereadores do "centrão" aliados do prefeito. Com o boicote, parlamentares do PR e do PTB tentam enfraquecer o líder de governo, cotado para ser presidente da Câmara para o biênio 2011-2012. Para o próximo ano, já está definido que Antonio Carlos Rodrigues será reconduzido ao cargo pela um inédito quarto mandato. Rodrigues é a principal liderança do "centrão", que defende para comandar a Mesa Diretora em 2011 os nomes dos vereadores Celso Jatene (PTB) e Milton Leite (DEM).



Dissei, vereador ligado ao mercado imobiliário e integrante da base governista, também disse não ter entendido o relatório sobre o projeto elaborado pelo líder e disponibilizado às bancadas no dia 16 de novembro. O documento reduziu a possibilidade de o governo rever os estoques para novos prédios em áreas já saturadas da capital, como Vila Mariana e Moema.



Carlos Apolinário, o líder do DEM, ainda tentou convencer os colegas ontem, abrindo a possibilidade de serem apresentadas emendas ao projeto durante os meses de janeiro e de fevereiro. A intenção era votar a admissibilidade do projeto antes do recesso e estender o debate até a segunda votação, com previsão de ocorrer em abril. Mas não houve acordo. Para ser aprovado, o projeto precisa de maioria absoluta, ou seja, de dois terços da Casa - 37 dos 55 vereadores.



"Aí chega o ano que vem, e ninguém pode votar por causa do carnaval. Aí chegam as eleições e o projeto volta a ser adiado. A mim cabe continuar lutando pela aprovação de um projeto que é necessidade primordial para a cidade", argumentou Apolinário, visivelmente insatisfeito com a posição de alguns colegas do próprio partido. Sem acordo, os vereadores também retiraram de pauta outros projetos polêmicos, como o IPTU progressivo, o aumento salarial de Kassab e a concessão de um 14º salário aos 3.200 funcionários ativos, inativos e comissionados da Câmara.



O líder de governo promete tentar votar o projeto novamente o Plano Diretor em fevereiro de 2010. No momento, os vereadores tentam acordo para votar projetos da Casa.

Foto: Juvenal Pereira - [Fonte]

Continue lendo --->

Vereadores de São Paulo aprovam reajuste do IPTU e querem reduzir alíquotas e eliminar limite



A Câmara Municipal de São Paulo aprovou em primeira discussão nesta quarta-feira (25) o projeto de lei do prefeito Gilberto Kassab (DEM) que propõe a revisão da planta genérica de valores (PGV). O presidente da Câmara, Antônio Carlos Rodrigues anunciou 17 votos contra e 36 a favor, mas o vereador Domingos Dissei (DEM) pediu retificação de seu voto, computado como contrário ao projeto. O presidente da Câmara consultou registros e manteve o resultado original. "Se o vereador Dissei quiser, ele que recorra. O erro foi dele", afirmou.

A revisão da planta genérica de valores vai elevar em até 40% o valor do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) dos imóveis residenciais e em até 60% o valor do imposto dos imóveis comerciais a ser cobrado em 2010.



O texto tem de passar ainda por uma audiência pública e por uma segunda votação. Os vereadores ainda podem propor alterações ao projeto. O PT e o PSDB devem propor textos substitutivos que preveem percentuais de aumento maiores para imóveis de luxo, além de ampliação da isenção ou alíquotas menores para imóveis de baixa renda.



O projeto original foi enviado à Câmara pelo prefeito Gilberto Kassab na terça-feira (17). A Comissão de Constituição e Justiça aprovou a proposta na quarta-feira (25) por 6 votos a 3.

De acordo com a prefeitura, o projeto original prevê que pelo menos um milhão de imóveis deverão ficar isentos. A faixa de isenção passou de R$ 61 mil para R$ 91,5 mil.




Placar

Votaram a favor do projeto os vereadores Antônio Carlos Carlos Rodrigues, Abou Anni, Adilson Amadeu, Adolfo Quintas, Agnaldo Timóteo, Atílio Francisco, Aurélio Miguel, Carlos Apolinário, Carlos Alberto Bezerra, Claudio Roberto de Souza, Claudio Fonseca, Dalton Silvano, Floriano Pesaro, Gilson Barreto, Antonio Goulart, Jooji Hato, José Olímpio, José Police Neto, Juscelino Gadelha, Mara Gabrilli, Marcelo Aguiar, Marco Aurélio Cunha, Marta Costa, Milton Ferreira, Milton Leite, Gilberto Natalini, Paulo Frange, Penna, Quito Formiga, Ricardo Teixeira, Roberto Tripoli, Sandra Tadeu, Souza Santos, Toninho Paiva, Ushitaro Kamia e Wadih Mutran.

Votaram contra o projeto os vereadores Alfredinho, Arselino Tatto, Celso Jatene, Chico Macena, Claudio Prado, Domingos Dissei, Antonio Donato, Francisco Chagas, Gabriel Chalita, Ítalo Cardoso, Jamil Murad,João Antonio, José Américo, Zelão, Juliana Cardoso, Netinho de Paula, Senival Moura.

O painel registrou uma abstenção, do vereador Eliseu Gabriel (PSB).


Roney Domingos/ G1
[Fonte]

Continue lendo --->

Juiz eleitoral ainda não se pronunciou sobre os outros 17 vereadores

Juiz eleitoral ainda não se pronunciou sobre o vereador José Police Neto e os outros 16 vereadores que ainda podem ser cassados.

No Blog do Mílton Jung, você pode ler sobre os Vereadores & construtoras.

O promotor Maurício Antônio Ribeiro Lopes afirmou nesta terça-feira que a decisão do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo sobre a cassação de 13 vereadores da Câmara Municipal por recebimento de doações irregulares nas eleições de 2008 deve sair até o final de novembro.

O juiz Aloisio Sérgio Rezende Silveira, da 1ª Zona Eleitoral, decidiu cassar os mandatos dos parlamentares por doações feitas pela AIB (Associação Imobiliária Brasileira). Por lei, a entidade é proibida de fazer doações a candidatos.

O juiz também declarou os 13 parlamentares inelegíveis por três anos. Após recurso da defesa, no entanto, Silveira concedeu efeito suspensivo para as cassações até o julgamento do processo pelo TRE-SP.

O promotor disse ainda que a expectativa é de que os 13 processos sejam julgados juntos pelo tribunal paulista. Ele já apresentou ao TRE contra-razões para 10 recursos da defesa dos parlamentares, e deve entregar os outros três ainda hoje.

O caso das doações ilegais foi revelado pela Folha em abril deste ano. A AIB é uma associação acusada de funcionar como entidade de fachada do Secovi-SP (sindicato do setor imobiliário) para fazer doações a políticos; o sindicato sempre negou qualquer vínculo com as doações.

Foram cassados pelo juiz eleitoral os vereadores Adilson Amadeu (PTB), Adolfo Quintas Neto (PSDB), Carlos Apolinário (DEM), Carlos Alberto Bezerra Júnior (PSDB), Cláudio Roberto Barbosa de Souza (PSDB), Dalton Silvano do Amaral (PSDB), Domingos Dissei (DEM), Gilson Almeida Barreto (PSDB), Marta Freire da Costa (DEM), Paulo Sérgio Abou Anni (PV), Ricardo Teixeira (PSDB), Ushitaro Kamia (DEM) e Wadih Mutran (PP).

O suplente Quito Formiga (PR) foi punido com inelegibilidade, já que a cassação não era aplicável no seu caso porque ele foi eleito como suplente. Formiga, no entanto, foi empossado no cargo de vereador no dia 1º de janeiro deste ano, pois o titular da vaga, Marcos Cintra (PR), foi nomeado secretário municipal de Trabalho.

Outros processos

A Justiça Eleitoral ainda pode cassar o mandato de mais 17 vereadores da Câmara Municipal de São Paulo, segundo o promotor.

No caso deles, segundo Lopes, o juiz eleitoral ainda não se pronunciou por ter solicitado mais documentos sobre o processo.

São eles: Antonio Rodrigues (PR), Paulo Frange (PTB), Eliseu Gabriel (PSB), Gilberto Natalini (PSDB), Jooji Hato (PMDB), José Américo (PT), Juliana Cardoso (PT), Mara Gabrilli (PSDB), Ítalo Cardoso (PT), Arselino Tatto (PT), Donato (PT), João Antonio (PT), José Police Neto (PSDB), Marco Aurélio Cunha (DEM), Milton Leite (DEM), Roberto Tripoli (PV) e Sandra Tadeu (DEM). (Da Folha Online)


Continue lendo --->

Nunca tantos vereadores foram cassados


Justiça tira do cargo oito vezes mais vereadores hoje do que em 2000

A cassação de 13 vereadores em uma única tacada chacoalhou o círculo político em São Paulo na semana passada. Em meio a bate-boca, recursos e retomada de cargo, o R7 tentou saber se mais vereadores perderam a cadeira nos últimos anos, e descobriu que nunca tantos políticos foram cassados no Brasil.

Para se ter uma ideia, o número de vereadores que se elegeram em 2008 e terminaram cassados pela Justiça por corrupção eleitoral é oito vezes maior que o de vereadores cassados eleitos em 2000. Enquanto no começo da década, 15 vereadores em todo o país perderam o mandato, no ano passado esse número pulou para 119.

Os dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), coletados em março pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, mostram que o número de prefeitos cassados no Brasil também saltou: em 2000 foram 40 contra 119 em 2008 - um aumento de 200%.

[Fonte]

Continue lendo --->

Câmara municipal de São Paulo finge que trabalha e vota projetos polêmicos

Para mostrar 'trabalho', Câmara de SP vota projetos polêmicos.

O Legislativo também colocou em primeira votação o projeto que cria o IPTU progressivo na capital, de autoria do líder de governo, José Police Neto (PSDB).

Na tentativa de afastar crise gerada por cassação coletiva, líderes decidem votar projetos que estavam parados.


Na tentativa de afastar a crise gerada pela cassação de 13 vereadores, dos quais quatro já conseguiram o efeito suspensivo da medida, os principais líderes da Câmara Municipal decidiram colocar em votação na tarde desta quarta-feira, 21, em sessão extraordinária, importantes e polêmicos projetos que estavam parados na pauta. Segundo apurou a reportagem, a tática é responder às acusações do Ministério Público, que aponta financiamento ilegal na campanha de 29 dos 55 vereadores, com "trabalho."


A proposta conhecida como Lei dos Polos Geradores de Tráfego, de 2006, que estabelece aos grandes empreendimentos as contrapartidas necessárias para a minimização de impacto no sistema viário, está na pauta em segunda votação e tem o apoio de todas as bancadas. Se for aprovado, o projeto segue para a sanção do prefeito. A regra determina, por exemplo, que novos os construtores de shoppings realizem melhorias viárias no entorno antes do início da obra.

O Legislativo também colocou em primeira votação o projeto que cria o IPTU progressivo na capital, de autoria do líder de governo, José Police Neto (PSDB). O projeto cria taxas exponenciais do tributo sobre os mais de 400 mil imóveis ociosos da capital. Em cinco anos, o imóvel vazio sobre uma zona especial de interesse social (ZEI) pode ser taxado com 32% do IPTU sobre o seu valor. A iniciativa é apontada por urbanistas como uma das soluções para criar novos espaços na capital para a construção de moradias populares, além de combater a especulação imobiliária.

Os líderes da Câmara avaliam que a aprovação desses projetos pode ocupar parte do noticiário negativo gerado pelas cassações. A sessão da tarde desta quarta-feira tem início às 15h. Outros 11 projetos estão na pauta.


Pela manhã, a Comissão de Política Urbana informou que tem data para votar o relatório do Plano Diretor. A informação foi divulgada um dia após os principais líderes avaliarem que o projeto não será votado neste ano. Mesmo sem previsão de votação, os líderes consideram que precisam seguir com o trâmite do projeto nas comissões para que as críticas à revisão não ocupem o espaço das audiências.


Mais de 200 entidades e urbanistas criticam a proposta defendida pela gestão do prefeito Gilberto Kassab (DEM). A divulgação de uma data para a entrega do relatório do plano (20 de novembro) também faz parte da estratégia decidida hoje pela manhã de enfrentar as críticas e as acusações com "trabalho".


Fonte: Diego Zanchetta, de O Estado de S. Paulo

Continue lendo --->

Limpeza na câmara de vereadores de São Paulo 14 cassados

Doações de associação a vereadores cassados em São Paulo somam R$ 1,7 milhões.

Para alguns candidatos, doação representou 63% do arrecadado.
Decisão torna parlamentares inelegíveis por três anos; cabe recurso.

Justiça cassa um quarto da Câmara de Vereadores de São Paulo

Treze vereadores e um suplente receberam doações da Associação Imobiliária Brasileira na eleição de 2008

As doações da Associação Imobiliária Brasileira (AIB) aos 13 vereadores de São Paulo que tiveram o mandato cassado pela Justiça Eleitoral somam R$ 1,655 milhão.

Todas as doações foram declaradas como sendo de fonte vedada. Levantamento feito pelo G1 revela que todos os candidatos cassados tiveram uma participação de pelo menos 20% da AIB em suas campanhas.


Marta Freire da Costa (DEM), por exemplo, recebeu R$ 180 mil, o que representa 62,78% do total recebido em doações. Adilson Amadeu (PTB) recebeu R$ 200 mil, equivalente a 50,87% de tudo o que arrecadou. Ele e Carlos Alberto Apolinário (DEM) foram os que mais receberam.



O que menos embolsou foi Wadih Mutran (PP). Ele recebeu R$ 50 mil. O valor, ainda assim, equivaleu a mais de um quinto do total declarado.



O advogado da Associação Imobiliária Brasileira, Vitorino Francisco Antunes Neto, afirmou ao G1 que a AIB entende serem legais as doações que fez, “assim como foram consideradas as feitas em 2002, 2004 e 2006”. De acordo com ele, a entidade vai aguardar a decisão final da Justiça sobre o assunto e, se a posição de considerar suas doações irregulares for mantida, a AIB deve deixar de fazê-las. “A associação não tem o que fazer, a não ser esperar uma decisão final. Essa é uma decisão inicial, com a qual ela não concorda”, disse ele ao G1.



O juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Aloisio Sérgio Rezende Silveira, cassou os mandatos e tornou inelegíveis os vereadores da Câmara Municipal de São Paulo por captação ilícita de recursos na campanha eleitoral de 2008. O número representa quase um quarto dos 55 parlamentares do Legislativo paulistano. Segundo a presidência da Casa, os vereadores cassados são da base de apoio ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM). Cabe recurso.



Segundo a decisão judicial, que teve como base denúncia do Ministério Público Eleitoral, os vereadores receberam doações da Associação Imobiliária Brasileira (AIB) em um valor acima do permitido pela Lei Eleitoral (9.504/97), que determina que o volume de doações de pessoas jurídicas não supere os 2% da receita anual da entidade.


Foram cassados os vereadores Adilson Amadeu (PTB), Adolfo Quintas Neto (PSDB), Carlos Alberto Apolinário (DEM), Carlos Alberto Bezerra Júnior (PSDB), Cláudio Roberto Barbosa de Souza (PSDB), Dalton Silvano do Amaral (PSDB), Domingos Odone Dissei (DEM), Gilson Almeida Barreto (PSDB), Marta Freire da Costa (DEM), Paulo Sérgio Abou Anni (PV), Ricardo Teixeira (PSDB), Ushitaro Kamia (DEM) e Wadih Mutran (PP). O suplente Marcus Vinícius de Almeida Ferreira também teve as contas rejeitadas e foi considerado inelegível.


As representações foram propostas pelo Ministério Público Eleitoral, que pediu a revisão da prestação de contas desses vereadores com base no artigo 30-A, da Lei 9.504/97, e na Lei 64/90, que preveem a cassação de registro e declaração de inelegibilidade por três anos quando comprovados captação ou gastos ilícitos de recursos.



O TRE diz que os vereadores têm três dias após a notificação para entrar com recurso, mas não soube informar quantos tinham sido notificados até a tarde desta segunda-feira (19). Se em três dias algum vereador não se manifestar, ele terá o mandato cassado, segundo o TRE.



Outro lado

O advogado Ricardo Porto, que defende o vereador Adilson Amadeu (PTB) e o suplente Marcus Vinícius de Almeida Ferreira, afirmou que entrará com recurso no TRE ainda nesta segunda-feira (19).



“O Ministério Público entrou com ação dizendo que os vereadores receberam doação eleitoral da Associação Imobiliária Brasileira e que esta seria uma entidade vedada a fazer doações, por ser uma entidade sem fins lucrativos. A lei eleitoral proíbe doações de entidades sem fins lucrativos apenas se essa entidade recebe recursos do exterior, o que não é o caso da AIB”, afirmou.

O advogado Ricardo Penteado de Freitas Borges, que defende os vereadores Domingos Odone Dissei, Carlos Apolinário, Gilson Almeida Barreto, Dalton Silvano do Amaral, Adolfo Quintas Gonçalves Neto, Ushitaro Kamia, Carlos Alberto de Quadros Bezerra Junior e Cláudio Roberto Barbosa de Souza, afirmou que a decisão foi recebida “com a maior tranquilidade do mundo”.



“Os vereadores receberam doações, as declararam, agiram com absoluta transparência, seguindo uma orientação da Justiça Eleitoral”, afirmou. Segundo o advogado, os vereadores vão recorrer da decisão ao TRE.

A assessoria jurídica de Wadih Mutran (PP) disse que o vereador ainda não irá se pronunciar por enquanto. O G1 procurou o advogado Luciano Caparroz Pereira dos Santos, que representa o vereador Ricardo Teixeira, e aguarda retorno. A reportagem ainda não conseguiu contato com a advogada de Paulo Sérgio Abou Anni, Creuza Rosa Araújo Lucas.

A assessoria do prefeito Gilberto Kassab foi procurada, mas não tinha se manifestado sobre o assunto até as 16h20.




Treze vereadores e um suplente receberam doações da Associação Imobiliária Brasileira na eleição de 2008



O juiz eleitoral Aloísio Sérgio Resende Silveira cassou e tornou inelegíveis por três anos um suplente e 13 vereadores da Câmara Municipal de São Paulo que receberam, nas eleições de 2008, doações da Associação Imobiliária Brasileira (AIB). A entidade que diz representar os interesses do setor imobiliário ganhou notoriedade no último pleito por figurar entre os maiores financiadoras de campanha – foram R$ 2,94 milhões apenas a 26 candidatos vitoriosos da capital. Uma investigação do Ministério Público Estadual, contudo, apontou que a AIB seria um braço do Secovi (sindicato das imobiliárias e administradoras).


Em 2008, somando as doações aos candidatos derrotados e àqueles que concorreram em outras cidades – 44 políticos no total –, A AIB doou um montante que chega a R$ 4,43 milhões. Como a Lei Eleitoral (9.504/97) limita a doação das entidades a 2% de sua receita no ano anterior, a AIB teria de ter arrecadado no mínimo R$ 325 milhões em 2007, se for levado em consideração os valores doados em 2008. Segundo o MP, a entidade não mostrou ter essa capacidade financeira.



A entidade não tem funcionários registrados e a sede, na Avenida Brigadeiro Luís Antonio, é um escritório fechado, sem expediente de trabalho. Dois anos antes, em 2006, a AIB já havia caído na malha fina da Receita Federal e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por doações irregulares.



Entre os cassados, estão Carlos Bezerra Júnior, o líder da maior bancada da Casa, o PSDB, com 13 vereadores, o principal parlamentar ligado ao setor dos transportes, Ricardo Texeira, o corregedor da Câmara, Wadih Mutran (PP), o vice-presidente da Casa, Dalton Silvano (PSDB), e o principal representante dos evangélicos e ex-presidente da Assembléia, Carlos Apolinário (DEM). A Câmara tem 55 vereadores.



CONDENADOS

Domingos Dissei (DEM)
Marcus Vinícius de Almeida Ferreira, suplente
Marta Costa (DEM)
Carlos Apolinário (DEM)
Adilson Amadeu (PTB)
Gilson Barreto (PSDB)
Dalton Silvano (PSDB)
Adolfo Quintas (PSDB)
Abou Anni (PV)
Ricardo Teixeira (PSDB)
Wadin Mutran (PP)
Ushitaro Kamia (DEM)
Carlos Alberto Bezerra Júnior (PSDB)
Claudinho (PSDB)



ABSOLVIDOS

Antonio Goulart (PMDB)
Noemi Nonato (DEM)
Floriano Pesaro (PSDB)
Toninho Paiva (PR)



Fonte: Bruno Tavares e Diego Zanchetta, de O Estado de S. Paulo / Do G1, em São Paulo

Continue lendo --->

Maioria dos vereadores de São Paulo vão trabalhar de carro no Dia Mundial Sem Carro

No Dia Mundial Sem Carro a maioria dos vereadores de São Paulo foi trabalhar de carro.


Os veículos dos parlamentares que optaram por outra forma de transporte também não ficaram na garagem. Foram usados para serviços do gabinete.

A Câmara Municipal de São Paulo promulgou a lei que determina o 22 de setembro como o Dia Sem Carro, no dia 28 de junho de 2006.


A equipe do UOL Notícias esteve na Câmara Municipal para ver o comportamento dos vereadores nessa data. O resultado você confere nesse vídeo.




Fonte: UOL Notícias

Continue lendo --->

A cidade de São Paulo e o Lixo

Outra CPI do Lixo em São Paulo.
Com subcomissão, vereadores tentam instalar CPI do Lixo em São Paulo


Adilson Amadeu (PTB) diz que trabalhos devem pautar CPI.
Secretários de Serviços e das Subprefeituras podem ser convocados.

Uma subcomissão foi criada pela Câmara Municipal de São Paulo nesta quarta-feira (16) para apurar a execução dos contratos de varrição e coleta de lixo no município e analisar os impactos do corte de 20% dos gastos no setor. O grupo deve se reunir todas as quartas, às 10h.

Segundo o vereador Adilson Amadeu (PTB), não está descartada, no entanto, a realização de uma CPI na Casa. “Muito pelo contrário. A subcomissão vai servir para dar embasamento à CPI. Do jeito que está, não dá mais para ficar. A população está sofrendo com esse problema.”


O vereador protocolou um pedido de CPI nesta segunda-feira (14). O vereador Antonio Donato (PT) também tenta colher assinaturas para a instalação

O cronograma da subcomissão já foi estabelecido e representantes da Prefeitura devem ser chamados para falar sobre a situação. Os secretários Alexandre de Moraes (Serviços) e Ronaldo Camargo (Subprefeituras) deverão ser os primeiros convocados.



Procurada pelo G1, a Prefeitura de São Paulo não quis se manifestar sobre a criação da subcomissão.



Cortes na coleta e varrição

Na terça-feira (15), a Prefeitura admitiu que o corte de verbas no orçamento municipal afeta, além da varrição de ruas, a coleta de lixo domiciliar. O G1 percorreu ruas da capital paulista nesta semana. Moradores reclamaram da má qualidade dos serviços prestados.



A Prefeitura determinou o contingenciamento de 20% das verbas do serviço de varrição dos últimos cinco meses do ano. O orçamento previsto para 2009 era de R$ 264 milhões. Além de varrição, o trabalho inclui a retirada de entulho, lavagem de monumentos, escadarias, calçadões, de ruas após a realização de feiras, e pinturas de guias e sarjetas.

Fonte: G1


Continue lendo --->

Vereadores de São Paulo concluem audiências públicas programadas sobre Plano Diretor

Relator do projeto de revisão afirma que colocará no site da Câmara as propostas apresentadas pela população nos debates.

A Comissão de Política Urbana da Câmara Municipal realizou, na sexta-feira (4/9), a última das 37 audiências públicas inicialmente programadas sobre o projeto de revisão do Plano Diretor Estratégico (PDE) da cidade de São Paulo.

Os vereadores ainda não têm um levantamento de quantas pessoas participaram dos 37 debates – um na Câmara, cinco regionais e 31 nas subprefeituras da cidade – e do número de propostas apresentadas. Entretanto, na avaliação do presidente da comissão, Carlos Apolinário (DEM), os encontros foram muito importantes, não apenas pelas contribuições trazidas pela população, mas para ele pessoalmente. “Quando começaram as audiências públicas, eu conhecia um pouco a região de Santana, onde moro. Depois desse processo, posso dizer que conheço razoavelmente a cidade.”


O parlamentar diz que aprendeu muito, “indo aos lugares, conversando com a população, vendo o trânsito e os problemas”. Quanto ao resultado objetivo do trabalho da comissão, Apolinário diz confiar muito no relator. “Espero que ele faça um relatório que contemple não o que pensa os vereadores, mas o que pensa a sociedade.”

José Police Neto (PSDB) também destacou a relevância de ter ido aos "territórios", como costuma chamar as regiões das 31 subprefeituras da cidade. “Acho que isso deveria ser uma obrigação para todos os parlamentares nos três primeiros meses do mandato, para terem uma visão geral da cidade. Conhecer, escutar as pessoas, para ter a capacidade de interpretar os desejos da população.”

Sobre seu futuro relatório, o parlamentar explicou que irá levar de 10 a 15 dias para juntar todas as contribuições recebidas nas audiências. “Depois, toda essa compilação vai ser colocada no site da Câmara”, adiantou. Finalizada a fase das audiências inicialmente programadas, ele se diz disposto a continuar o debate com a sociedade em “reuniões técnicas”.

A primeira delas irá acontecer nesta quinta-feira (10/9), às 19 horas, na sede da Força Sindical (Rua Galvão Bueno, 782, 13º andar - Centro de São Paulo). A reunião foi solicitada pela central sindical com o objetivo de discutir especificamente a concentração atual dos empregos em São Paulo e como isso pode ser mudado no novo Plano Diretor.

Último debate ocorreu na região da Casa Verde

Cerca de 60 pessoas e seis vereadores - Carlos Apolinário, presidente da comissão, José Police Neto, relator do projeto, Eliseu Gabriel (PSB), Claudinho (PSDB), Claudio Fonseca (PPS) e Cláudio Prado (PDT) - compareceram ao último debate, na região da subprefeitura da Casa Verde.

Os vereadores mais falaram que ouviram, pois foram poucas as intervenções da sociedade civil. Uma das sugestões, apresentada por Eduardo Merheje Jr., da Associação dos Usuários e Amigos do Parque do Ibirapuera, é que as três ciclovias previstas no Plano Diretor Regional sejam efetivamente implantadas e tenham ligação com outras regiões da cidade. “Que a subprefeitura da Casa Verde se junte com a subprefeitura da Lapa para a criação de uma ciclofaixa”, acrescentou Merheje.

Edson Martins, que se apresentou como integrante da Tribuna Democrática de Opinião e Ação Política da Região Noroeste, leu e entregou à comissão um texto com algumas propostas de melhorias locais. “Reativação do corredor de ônibus da Avenida Inajar de Souza e intensificação de arborização nos bairros da Casa Verde, do Limão e da Cachoeirinha” fizeram parte das reivindicações.

Já Eduardo Brito, do portal ZN na Linha, argumentou que São Paulo está ficando inviável na parte da mobilidade urbana e cobrou: “Tudo que vier para melhorar essa questão – ciclovias, metrô – é pra ontem”. Ele aproveitou para criticar o projeto que prevê a construção de um trem de alta velocidade entre São Paulo e Rio de Janeiro. “Vi nos jornais que o valor a ser gasto nesta ferrovia, R$ 34 bilhões, daria para construir quatro linhas do metrô. Para nossa cidade isso [o investimento no metrô] é muito mais importante”, opinou.

Na parte final da audiência, o relator do projeto, José Police Neto, respondeu rapidamente os pontos abordados pelos participantes da sociedade civil. Em relação à proposta de interligar as ciclovias previstas nos planos regionais, o parlamentar afirmou que esta é uma das preocupações da comissão. “Vamos fazer um esforço para termos, ao final deste processo, um plano nesse sentido.”

Fonte: Nossa São Paulo - AIRTON GOES airton @ isps.org.br / foto: Jurema Oliveira

Continue lendo --->

Vereadores aprovam concessão do Pacaembu


Comissão municipal libera estádio para iniciativa privada, e clube alvinegro é o único que mostrou interesse no arrendamento.

O Corinthians teve sucesso no primeiro passo para conseguir arrendar o Pacaembu. Uma comissão com oito vereadores analisou o "Relatório Conclusivo da Comissão de Estudos para Debates e Discussões Sobre a Destinação do Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho" e aprovaram a concessão à iniciativa privada. O parecer será analisado pelo prefeito Gilberto Kassab e pelo Secretário Municipal de Esportes, Lazer e Recreação, Walter Feldman, antes de o arrendamento ser autorizado.

Os vereadores designados para avaliar o caso começaram as discussões em 5 de maio e estavam parados desde 25 de junho, à espera da entrega do relatório. Na reunião final, votaram a favor do arrendamento Dalton Silvano (PSDB - presidente da Comissão), Toninho Paiva (PR - vice-presidente), Adilson Amadeu (PTB), Jooji Hato (PMDB), Juscelino Gadelha (PSDB) e Jamil Murad (PC do B). O único contrário foi Marco Aurélio Cunha (DEM), que também trabalha como superintendente de futebol do São Paulo.


As chances de um sinal positivo do governo municipal são grandes, já que Feldman enumera os gastos com o estádio para mostrar que os valores poderiam ser utilizados em outras ações de incentivo ao esporte amador na capital paulista. Até o momento, o único que se mostrou interessado é o Timão, que coloca o projeto de arrendar o Pacaembu como prioridade. Outros clubes da cidade foram procurados, mas não deram sinais de que farão concorrência.

Um dos entusiastas da ideia de oficializar o Pacaembu como casa do atual campeão paulista e da Copa do Brasileiro é Luis Paulo Rosenberg, diretor do marketing alvinegro. O dirigente acompanhou a reunião em que a comissão de vereadores aprovou o relatório e reafirmou o projeto corintiano de revitalizar o estádio com investimentos de R$ 100 milhões. A vantagem é que o Museu do Futebol e o Clube-escola, que funcionam no local, seguiriam como responsabilidade da Prefeitura.

"O custo total do Complexo do Pacaembu é de R$ 5 milhões, excluindo o Museu do Futebol. Retirando o gasto com outras atividades, que não da arena, em torno de R$ 2,5 milhões e uma receita aproximada de R$ 1,143 milhão. O déficit estimado nos anos anteriores foi de R$ 1,5 milhão", explica Feldman. O secretário esclarece que este déficit nunca foi chamado de prejuízo. Por isso, abriu a discussão com os vereadores para iniciar um debate com a população.

Para redigir o relatório, o vereador Goulart (PMDB) analisou os relatos da Comissão, que ouviu a sociedade civil organizada, representantes do Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo), do Corinthians e do Museu do Futebol, além de cronistas esportivos de diferentes meios de comunicação.

Até mesmo o presidente do Conpresp, José Eduardo Lefèvre, que é contra a concessão, disse à Comissão que o Pacaembu pode receber obras mesmo sendo tombado. "Esse estudo vai servir como um indicativo para o futuro do Pacaembu. Ele será encaminhado ao prefeito Gilberto Kassab e ao secretário de Esportes Walter Feldman para que possa ser elaborado um projeto de concessão ou de melhorias", informa o vereador Goulart.

Fonte: Gazeta Press Foto: Heitor Carvalho Jorge

Continue lendo --->

Cristovam Buarque propõe fim de salário para vereadores no Brasil

Cristovam Buarque propõe fim de salário para vereadores no Brasil.

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) apresentou uma série de propostas à reforma eleitoral que está sendo debatida no Senado. Em plenário, ele leu uma lista de sugestões, várias delas, polêmicas. Entre elas, a que prevê a substituição do título de vereador por "conselheiro municipal" e torna sem remuneração o trabalho nas cidades "cujo número de eleitores não justifica segundo turno nas eleições para prefeito", de acordo com Buarque.

O próprio senador admite que sua proposta está "contra a corrente", uma vez que a discussão no Congresso tem sido no sentido de aumentar o número de vereadores, ajustando os percentuais de repasse de recursos para as câmaras municipais.

"Estou nadando contra a corrente, sim, mas estou sendo coerente, porque votei contra o aumento no número de vereadores. Eu até aceitaria aumentar o número de vereadores, se for um trabalho gratuito". O senador disse que os "conselheiros municipais" não precisariam trabalhar durante oito horas nem todos os dias da semana.


"Minhas propostas não foram sequer consideradas pela comissão que discutiu a reforma eleitoral, porque tocam em algo muito amarrado a privilégios", lamentou o parlamentar.

A projeto de reforma eleitoral passou pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado e agora deverá ser votada pelo plenário da Casa.

Em relação aos vereadores, a proposta de Cristovam dificilmente ganhará espaço nas discussões do Legislativo. A principal discussão tem sido outra: o aumento em mais de 7 mil vagas no número de vereadores no país.

Fonte:http://www.ariquemesonline.com.br Foto: Luciana Zacarias

Continue lendo --->

Plano Diretor Estratégico de São Paulo divide vereadores

Plano Diretor Estratégico de São Paulo divide vereadores

Neste semestre, a revisão do Plano Diretor Estratégico (PDE) do Município de São Paulo - que altera as diretrizes da política de desenvolvimento urbano da cidade - é o projeto que deve gerar mais polêmica na Câmara Municipal, segundo projeções de líderes de bancadas partidárias. O projeto, de autoria do Executivo, divide os vereadores. A oposição alega que a proposta é como um novo plano, não uma revisão do atual, e que ela deve abrandar as restrições ambientais do município, enquanto a base governista afirma que o projeto deve tornar as leis mais restritivas.


"Haverá uma verticalização nas regiões: algumas áreas terão um aumento do potencial construtivo de dois para quatro, o que representa um terrível impacto. Imagine a consequência de polos geradores de tráfego: quando aumenta o potencial construtivo aumenta o congestionamento", expôs o líder do PT, João Antônio.

O líder do PSDB na Câmara, vereador Carlos Alberto Bezerra, por sua vez, defende o projeto e diz que a revisão acarretará mudanças positivas para a questão da preservação ambiental e do crescimento ordenado na cidade. "Não vejo nenhum estímulo à verticalização. Acho que há muitos avanços na questão ambiental, com a preocupação da poluição de gases nas áreas verdes. O projeto é muito avançado na questão do meio ambiente, mas não fala sobre adensamento", rebateu Bezerra.

Outro tema elencado pelos parlamentares como um dos mais importantes do semestre é o projeto que altera o teto salarial de prefeito, vice-prefeito, secretários e subprefeitos para 90,25% do salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal - que hoje é de R$ 22.111-, já aprovado em segunda votação. Vereadores da oposição reclamam do aumento salarial, que pode chegar a 78,5% e deve representar um acréscimo de R$ 10 milhões na receita anual.

"O problema é o aumento: é muito alto. O prefeito há pouco anunciou corte de verba de 20% para limpeza, alegando que houve queda da receita, mas para aumentar o salário da cúpula de seu governo não há cortes, e isso vai custar R$ 10 milhões por ano", disse João Antônio.

O líder do PSDB replicou o comentário, dizendo que o projeto não altera os salários, mas o valor do teto salarial. "Esse debate não está posto, não tem nenhum projeto que fale da remuneração dos secretários, daí a hipocrisia da oposição." Ele acredita que a discussão sobre os salários deve ser feita, mas a partir da apresentação de um projeto que trate especificamente do tema.

Parte dos vereadores acredita também que o projeto de Lei do Executivo que prevê gratificações a policiais militares é um dos projetos mais importantes do semestre. Com o projeto, aprovado no dia 26 de agosto, o prefeito Gilberto Kassab espera que os PMs passem a prestar mais serviços para a prefeitura. O projeto tem gerado manifestações de guardas-civis metropolitanos, que reclamam por não receber reajuste de salário há 13 anos.

Questões referentes à legislação ambiental também são destaques do semestre. O líder petista e o vereador Penna, líder do PV, afirmaram que deverão ser amplamente discutidos projetos que disciplinam a atividade de empresas potencialmente poluidoras e de instituições que são polos geradores de tráfego.

"Hoje as regras são muito brandas para efeito de contrapartida de empresa: isso tem de virar lei de fato, estabelecendo de 5% a 7% de contrapartida para polos geradores de tráfego", disse João Antonio.

Penna apresentou um projeto que torna obrigatória a existência de técnicos ambientais em empresas poluidoras. "São Paulo é o maior polo industrial da América Latina e tem um número imenso de pequenas e médias empresas, muitas das quais não possuem programa de proteção ao meio ambiente", justificou o vereador.

Neste mesmo âmbito, o vereador Cláudio Fonseca, líder do PPS, busca a aprovação de um projeto de sua autoria que estimula o uso de lixeiras com cinzeiro, a partir da permissão do uso das mesmas para fins publicitários. "Com a Lei Antifumo, o número de bitucas no chão aumentou, e esta lei estimula a utilização de lixeiras com cinzeiro, uma vez que permite que estabelecimentos comerciais explorem parte do cinzeiro para publicidade", explicou o vereador.

Jooji Hato, líder do PMDB, afirmou que um de seus principais focos nos próximos meses será a restituição da lei que define as Zonas de Máxima Restrição de Circulação aos caminhões, da forma como foi proposta. Isto é, restringindo mais ainda circulação na zona de restrição, retirando o rodízio de caminhões, questão que o prefeito modificou quando sancionou a lei, em 2008.

Projetos relacionadas a pessoas com deficiência devem ser debatidos este semestre também. O vereador Wadih Mutran, líder da bancada do PP na Câmara, lançou um projeto que dispõe sobre a obrigatoriedade do sistema de leitura em braile em contas de luz, água etc, e o vereador Penna apresentará um projeto que cria a obrigatoriedade do registro de todas as pessoas que têm deficiência na prefeitura, que visa a maior detalhamento das necessidades especiais e obriga a administração a formar um grupo de apoio e inclusão à pessoa e à família da pessoa com deficiência.

Para o vereador Marcelo Aguiar, líder do PSC, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia é uma questão importante a ser abordada pelos parlamentares. Ele tem um projeto, aprovado em primeira instância, que institui a divulgação em transportes públicos da campanha contra a pedofilia, e trabalha para vê-lo aprovado nos próximos meses.

No mês passado a CPI criou o Plano Municipal de Enfrentamento à Violência contra a Criança e o Adolescente, espécie de "plano diretor" do combate à pedofilia. Segundo o relator da CPI, o vereador Carlos Alberto Bezerra, a execução das metas contidas no plano é uma de suas prioridades no semestre.

Outro projeto destacado pelo líder tucano, já aprovado em primeira votação, é o "Disk Escola", que cria uma central de atendimento aos estudantes e pais de alunos de escolas públicas, e que tem por finalidade realizar um detalhamento das principais dificuldades das escolas, divididas por região.

O líder do PC do B Jamil Murad contou que sua prioridade até o final do ano é a saúde. "Nós devemos apresentar este semestre projetos de lei relacionados à saúde e também ao transporte", disse o vereador.

[Fonte]

Continue lendo --->

Câmara aprova que prefeitura de São Paulo pague abono para Políciais do Estado

Câmara aprova abono para Polícia Militar e Polícia Civil

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, na sessão extraordinária desta quarta-feira (26/08), no Plenário Primeiro de Maio, o PL 486/09, do Executivo, que cria gratificação por desempenho a policiais militares que exercem atividade municipal. A proposta, aprovada em segunda fase de discussão por 53 votos favoráveis, vai à sanção. Também foi aprovada emenda ao PL que aumentou a gratificação dos praças em 75%.

Vereador José Police Neto em um debate anterior disse que “o projeto acompanha uma regra de hierarquia já estabelecida entre eles.” Quanto a GCM, informou-se que um projeto relativo à categoria se encontra em discussão entre as secretarias.


O abono dos policiais militares e civis que prestam serviço para a Prefeitura de São Paulo foi aprovado pela Câmara Municipal, no início da noite de hoje. Todos os 53 vereadores presentes na casa votaram favoravelmente. O projeto de lei determina gratificação de 75% para a função de Praça (PM), Escrivão e Investigador (Polícia Civil) e de 100% para oficiais da PM e delegado da Polícia Civil. Este foi o único projeto de lei aprovado, dos cinco colocados em pauta hoje.

Segundo a Câmara, houve tumulto pois a Guarda Civil Metropolitana (GCM) realizava assembleia no local. Segundo a GCM, cerca de mil guardas estavam presentes. Segundo o Secretário de Finanças do Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos da Cidade de São Paulo (Sindguarda), Clóvis Roberto Pereira, a assembleia foi feita no local porque até hoje a Câmara não tinha aberto diálogo consistente com a categoria exclusivamente municipal. "Hoje conseguimos abrir um canal com as lideranças da casa e ficou acordado que conversaremos duas vezes por mês com elas, até novembro, para que nos ajudem na evolução dos projetos de valorização da GCM. Mas a greve continua porque nossa discussão é com o prefeito."



Hoje guardas civis metropolitanos de São Paulo fizeram uma manifestação em frente à Prefeitura, no Viaduto do Chá, no centro da capital paulista. Em greve desde ontem, eles reivindicam reajuste salarial e melhores condições de trabalho. De acordo com Pereira, 800 guardas - cerca de 70% do efetivo da categoria - aderiram à greve.

Fonte: Câmara / Fala Guarda / MAÍRA TEIXEIRA - Agencia Estado/ foto: Renatto dSousa

Continue lendo --->

Plano Diretor de São Paulo - Audiências públicas Oeste e Norte

Moradores da zona norte pedem melhorias no trânsito.
Audiência do Plano Diretor em Pinheiros conta com 100 pessoas.


Relato da moradora e cicloativista Gabriela Alem

Cerca de 200 pessoas lotaram o auditório do Sesc Santana nesta quarta (5/8), para participar da Audiência Pública sobre o projeto de revisão do Plano Diretor Estratégico. Entre os presentes na platéia estavam, em grande parte, pessoas de movimentos de moradia e habitação, funcionários públicos, associações de bairro, comerciantes e empresários da zona norte, bem como cidadãos interessados.

A apresentação do projeto foi iniciada pelo relator, o vereador José Police Neto. Lendo os slides de forma rápida, Police Neto conceituou o Plano Diretor, falou sobre a divisão do território em macroáreas, macrozonas e zonas. Além disso, afirmou que o objetivo do Plano é a desconcentração de emprego na cidade e justificou a necessidade da revisão para tratar os problemas do lixo, enchentes, trânsito, moradia e meio ambiente de forma integrada.


Luiz Ramos, representante do Executivo, também fez uma exposição sobre as mudanças do projeto de revisão do PDE. Mas falou de forma rápida, citou inúmeras siglas de zoneamento e nomes de ruas da zona norte, o que tornou a exposição difícil de compreender.

Carlos Apolinário justificou a rapidez dos expositores dizendo que é difícil coordenar o debate e segurar as pessoas até o final, que eles precisariam de uma hora e meia para falar. Em torno de 11 pessoas se manifestaram. No geral, poucas críticas pesadas ao projeto de revisão do PDE.
Grupos organizados e cidadãos abordaram o conflito de interesses sobre a construção do corredor de ônibus na Avenida Bras Leme e se mostraram bastante contrários à obra.

Assuntos relacionados ao trânsito caótico também foram destacados por diversos participantes. Quase todos os que se manifestaram pediram alargamento de vias, novas ruas, pontes, alças de acesso, túneis, já que o sistema viário da zona norte não suportará a frota de carros que a verticalização trará. Houve até reclamação sobre a atuação da CET, de que não cumpre seu papel na zona norte de fazer o trânsito fluir e de sincronizar os semáforos.

Em seguida, entrou em pauta um projeto sobre transportes de carga que será implantado na região do Rio Cabuçu, próximo às rodovias Dutra e Fernão Dias, onde há um vale com acúmulo de poluentes, situação que merece mais atenção.

Algumas pessoas demonstraram considerável preocupação com as ZEIS, com a retirada das 4 macroáreas do PDE e com a exclusão do conceito de macrozona. O vereador Netinho respondeu que as ZEIS não podem ser alteradas nesse momento, os Planos Regionais não estão em discussão e há necessidade de conceituar novamente ‘macroárea’ e não ficar preso ao conceito definido no Plano de 2002.

Vereador anuncia que transcrição dos debates será publicada no Diário Oficial


Cerca de 100 pessoas participaram da audiência pública realizada no Sesc Pinheiros, nesta terça, (4/8) para debater o projeto de revisão do Plano Diretor Estratégico, que está em tramitação na Câmara Municipal de São Paulo. Entre os presentes, 23 cidadãos e representantes de organizações se manifestaram publicamente para fazer sugestões e críticas ao projeto. O debate foi coordenado pelo vereador Carlos Apolinário (DEM), presidente da Comissão de Política Urbana da Câmara, e José Police Neto (PSDB), relator do projeto de revisão do PDE, de autoria do Executivo.

Ros Mari Zenha, geógrafa e integrante do Mover (Movimento de Oposição à Verticalização Caótica e pela Preservação do Patrimônio da Lapa e Região), disse que é necessário o texto do PDE “incorporar o tema das mudanças climáticas e suas conseqüências para a cidade de São Paulo”. Ros Mari entregou por escrito aos vereadores um documento com a reivindicação.

O cidadão Manoel Carvalheiro afirmou que São Paulo está perdendo áreas industriais, por isso o leque do tipo de indústrias permitidas na cidade deveria ser ampliado. Carvalheiro considera importante manter o artigo 159 do atual plano diretor, que define parâmetros para as macroregiões - zonas residenciais, industriais e mistas, e que é excluído no projeto de revisão. O vereador Police Neto reafirmou que pretende considerar a questão das macroregiões no projeto de revisão.

Outra moradora, Helena Werneck, que também trabalha na Câmara Municipal, fez uma série de considerações. Segundo Helena, o PDE precisa ter um plano de bairros; deve deixar clara a delimitação do perímetro urbano e do rural em São Paulo; e também precisa traçar um mapa das áreas mais vulneráveis ao aquecimento e às mudanças climáticas.

Outras questões abordadas pelos moradores foram a necessidade de haver critérios para aprovação de grandes empreendimentos imobiliários que geram impacto no trânsito; a implantação de roteiros de transporte coletivo para ligar bairros como Vila Ida, Vila Madalena e Córrego dos Corujas; a adoção de medidas que evitem a fuga de moradores do centro de São Paulo.

A integrante do Movimento Butantã Pode Patrícia Yamamoto perguntou como será feita a sistematização e a divulgação do conteúdo abordado nas audiências – estão previstas 34 até o início de setembro. O vereador Carlos Apolinário disse que os debates estão sendo transcritos e o conteúdo será publicado no Diário Oficial. O vereador José Police Neto começou a publicar em um blog o relato das audiências.

Fonte: Nossa São Paulo

Continue lendo --->

Realizada audiência pública do Plano Diretor relativa ao Centro

Realizada audiência pública do Plano Diretor relativa ao Centro.

A audiência pública relativa ao Centro de São Paulo,sobre à revisão do Plano Diretor Estratégico da Cidade aconteceu na segunda, na sede do Sindicato dos Engenheiros do Estado.

Durante a audiência pública da macro-região Centro, os cidadãos colocaram suas opiniões e questionamentos que foram respondidos pelo relator da revisão do PDE, vereador José Police Neto. Leia:

Sidney Antonio Pita – UNIFICAÇÃO DA LUTA DOS CORTIÇOS

Questiona o Cap4, Artigo 46 da revisão do PDE (Lei 671/2007) que busca assegurar o direito à moradia digna conforme disposto no artigo 6º da Constituição da República e definido no Artigo 14 desta lei. Como irá funcionar a aplicação das ZEIS (Zonas Especiais de Interesse Social) no centro?

Resposta (José Police Neto): As Zeis já estão no projeto e quando você diz: eu não estou vendo a Zeis no projeto, é porque elas não estão dentro da Lei 13.430/2002, pois e a realização delas em nosso território vai acontecer na Lei 13.885/2004. Não são leis que serão alteradas, então nas ZEIS 1, 2, 3 e 4. Elas não irão se modificar, mas pode ser que se necessite de um debate sobre a questão específica das áreas urbanas para habitação.

André Luz Lusi – AÇÃO DA CIDADANIA


Questiona a retirada do artigo sobre abastecimento e agricultura urbana

Respostas (José Police Neto): O André trouxe o questionamento sobre a agricultura Urbana mesmo tema já abordado na região da Zona Leste (Itaquera) quando a associação daquele território da zona Leste apresentou a preocupação sobre isso. Ele é tema de discussão do Plano de Desenvolvimento Estratégico, portanto compete a Política de Desenvolvimento Urbano fazer esta discussão.

Dora Lima – Agenda 21 Centro


Aponta a importância de que o PDE pense sobre o bairro e a cidade sustentável. Questiona que não vê no PDE pontos sobre Eco Pontos, planos para combater enchentes, como tratar do lixo e cita que a região da República tem 98% de sua área impermeabilizada.

Resposta (José Police Neto): Esse é um tema mais abordado na zona sul e isso é uma coisa que eu quero revelar com vocês, a adequação do Plano Diretor Estratégico às duas leis específicas estaduais de proteção ambiental: lei específica do Guarapiranga (Lei 12.233/2006) e a lei específica da Billings (Lei 13.579/2009) recentemente estabelecida pelo Governador José Serra. Essas são duas questões que nos obrigatoriamente teríamos que passar o curso do debate para a revisão deste Plano Diretor dificilmente conseguiríamos avançar em uma política de proteção ambiental eficiente, senão conseguimos reproduzir no nosso distrito os avanços que essas duas legislações já trouxeram inclusive enfrentar liberações que essas leis também permitiram e que não pode ser adequadas ao território Central de São Paulo.

Luciana Bedesque – Instituto Pólis

“Como foi a implantação do plano atual? Como podemos saber o que está num plano e no outro? Porque a lei 13.885/04 não consta no PDE?

Resposta (José Police Neto): O Plano Diretor Estratégico é o que foi aprovado em 2002, mas com alterações pertinentes aprovadas na primeira parte da lei 13.885 em 2004. Neste primeiro período que se fez a revisão do Plano Diretor, nas partes 2 e 3 se introduziu os Planos Regionais Estratégicos e toda a questão do Zoneamento e Ocupação do Solo.

Lucilla Lacreta – Associação Jardim das Bandeiras

Questiona a abrangência do artigo 293 que está na revisão do PDE. Segundo ela, tudo o que não é vinculado à organização e orientação do território foi retirado.

Resposta (José Police Neto): Compete também fazer a reestruturação do artigos, ele não está vinculado, pois esta desatualizado, portanto deve ser atualizado pela área específica para que possa ser colocado no PDE, principalmente os itens ligados a Educação que devem ser reformulados, pois aqueles que foram colocados em 2002, não fazem parte da legislação federal. Até porque houve modificações na área educacional, como o tempo de Ensino Fundamental e o PDE que já mudou que contempla 8 anos e não 9 anos.

Kasuo Nakano- Solicita um esclarecimento do relator e um compromisso em relação à metodologia que será utilizada pelos membros da Comissão de Política Urbana, principalmente por parte do relator, com relação a incorporação de todas essas sugestões que estão sendo feitas.

Resposta (José Police Neto): Compete a essa Comissão realizar esse debate e verificar se as macro áreas serviram como orientadoras do zoneamento. Se analisarmos o período de 2002, o projeto chega a câmara municipal, sem as macro áreas que são introduzidas dentro do processo Legislativo, então o Executivo em 2002 não apresentou para a Câmara Municipal as macro áreas. Elas foram introduzidas por discussões iguais a essas que anunciaram necessidades da macro áreas com a finalidade clara chegar ao zoneamento respeitando as 2 macros áreas. Com o zoneamento a expansão espacial esta preenchida, pois se entende que a cidade inteira esta preenchida pelas Planos Regionais. Se a gente for analisar o quanto nós acertamos nessa organização de zonas e importância delas talvez as macro áreas possam ter outros significado hoje, pois seu exercício de zoneamento já foi cumprido. Então competente a essa comissão realizar esse debate.

Laerte Brasil – Como será resolvido o problema do Rio Tietê?


Resposta (José Police Neto): É um tema relevante que esta sendo abordado dentro do PDE.

Fonte: Audiências Públicas PDE

Continue lendo --->

Pedágio urbano - pedágio no Rodoanel continua, apesar de juiz considerar cobrança ilegal

Pedágio urbano - pedágio no Rodoanel continua, apesar de juiz considerar cobrança ilegal.

O juiz Rômulo Russo Júnior, da 5ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, determinou a suspensão de cobrança de pedágio nas 13 praças do trecho oeste do Rodoanel Mário Covas. De acordo com o magistrado, a cobrança é ilegal, pois as praças estão a menos de 35 quilômetros da Praça da Sé, marco zero da capital. A concessionária CCR, por meio de nota, informou que vai continuar cobrando dos motoristas, baseada em uma decisão da Justiça, de janeiro deste ano, que cassou a liminar do mesmo magistrado.

A multa para a concessionária que administra o Rodoanel, em caso de descumprimento da decisão, é de R$ 50 mil por dia. A decisão do magistrado, de primeira instância, ocorreu após análise do mérito da ação civil pública impetrada contra o governo estadual e contra a concessionária que administra a rodovia.

No começo de janeiro deste ano, a cobrança nas mesmas 13 praças ficou suspensa por algumas horas após decisão em caráter liminar do mesmo magistrado. A concessionária recorreu e retomou a cobrança no pedágio um dia depois.

A CCR disse que irá continuar cobrando dos usuários do Rodoanel enquanto a Justiça não tiver uma decisão definitiva sobre o caso.

Fonte: CBN, O Globo /

Continue lendo --->